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15 June 2009 2 Comments

basquiat-copia

aula 9jun | fabiolamorais | arte contemporânea >> artehj!

” open your eyes and see the inevitable mark of history ”

Bienal de SãoPaulo
> As polêmicas ganharam os jornais, a mídia televisiva e logo a internet. Às vésperas da abertura da Bienal uma perplexidade se fazia sentir, e questionamentos eram colocados por estudiosos e intelectuais, começavam a haver também inúmeras manifestações de descontentamento em círculos cada vez mais abrangentes. Iniciativas independentes eram anunciadas pela internet para ocupação e manifestação no espaço deixado vazio no segundo andar. Aliás, vazio que passou a ser visto como a identidade da Bienal, substituindo sua designação oficial “Em Vivo Contato” por “Bienal do Vazio”, uma referência à ausência. O artifício de uma revisão moderada do sentido da Bienal proposto pelos curadores diante da crise financeira, e destinada a ser realizada entre um círculo pequeno de experts, passou a expor fragilidades bem mais profundas da Fundação e dos rumos que vem tomando a própria Bienal.
> A polêmica ultrapassou os limites conceituais sugeridos pela curadoria e foi apropriada pela opinião pública. Não se pode creditar à Bienal esse movimento, mas a uma consciência crescente de grupos de criadores que vão se estabelecendo à margem do sistema oficial das artes com propostas cheias de dinamismo. O vazio provocou possibilidades que a Bienal não soube aproveitar, nem podia perceber, porque se fundavam em tensões totalmente estranhas à compreensão possível no âmbito institucional, referindo-se às latências do ambiente em que este se insere, sem dar-se conta.
> O que passou a ser crescentemente influente nessas exposições, e talvez fosse um aspecto que não houvesse antigamente, é que passou, em todo o cenário internacional, a cada vez ter mais importância a figura do curador. Os curadores passaram a ter tanto ou mais importância que os artistas escolhidos, o que de alguma forma passou a implicar na força dos temas, a tentativa de pautar certas tendências que não existiam, enfim, como se certos temas, certas maneiras de dispor os trabalhos, de alguma forma tivessem mais a dimensão estética do que os próprios trabalhos expostos

Bienal de Veneza >

“Fazer Mundos”, de Daniel Birnbaum : Seleção de artistas evoca potência e fragilidade : Mostra principal tem conjunto de obras coeso, mas falha ao evitar controvérsias

> mostra paralela
Com obras da coleção de Pinault, a exposição, que ocorre também no Palazzo Grassi, reúne praticamente todos os nomes com maior sucesso comercial na cena contemporânea, como os japoneses Takashi Murakami e Hiroshi Sugimoto, o italiano Maurizio Cattelan, os norte-americanos Jeff Koons, Richard Prince e Cindy Sherman. Em arte contemporânea, difícil encontrar maior demonstração de poder. (FC)

> owned by french francois pinault, whose business empire also includes gucci and yves saint laurent,
he has one of the world’s largest collections of contemporary art, of some 2,500 works,
of which 141 are destined for the punta della dogana’s permanent collection.

veja os sites escolhidos para a aula  http://delicious.com/goiastexascursos/aula09junho

hoje haverá aula da fabíola as 19:30.

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