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Por Sérgio Pereira Alves
O processo de individuação ou de transformação interna nos leva sempre a um questionamento e conseqüente conscientização de determinadas partes escondidas de nossa psique assim como nos aproxima mais de nossa verdadeira essência. Isso o transforma numa grandeza imensurável cujo contato se faz difícil e na maioria das vezes muito doloroso de se enfrentar.
O auto-conhecimento que nos conduz à profundezas inesperadas e a um reconhecimento de nosso lado sombrio tem força suficiente para desencadear perturbações geradoras de problemas e conseqüente mudanças de personalidade que jamais poderíamos …
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A inexorável aproximação da fonte original da vida de nossas vidas é perturbadora, do ponto de vista do mundo diametralmente oposto que nos acostumamos a chamar de realidade. Contudo, a perturbação é incidental, passa longe de ser a protagonista da história. Porém, a teimosia em recusar-nos a enxergar a realidade como ela é, proveniente do interior, da subjetividade que nos anima, é a decisão que tomamos constantemente e que nos faz achar que a graça seja uma desgraça. Quando libertamos, através de meditação e esforço subjetivo, a vida que nos …
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“Kabôi, o patriarca dos Carajás, vivia com seu povo no interior da terra. Lá havia sol, quando na terra era noite e vice-versa. Um dia penetrou a voz da seriema até lá e Kabôi resolveu, acompanhado de alguns de sua gente, seguir aquele canto. Deste modo, chegou até uma abertura que levava à superfície da terra. Mas só uma parte de seu povo passou, ele mesmo que era um pouco mais corpulento, não pode passar, senão a cabeça. …
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Nosso mal entendido é de caráter conceitual. O senhor fez esse bonito desenho de minha casa e de minha biblioteca partindo da suposição – muito corriqueira, infelizmente – de que num lar o importante são as pessoas em vez de os objetos. Não o critico por ter adotado esse critério, indispensável a um homem de sua profissão que não se resigne em prescindir de clientes. Mas a concepção que tenho de meu futuro lar é oposta. A saber: nesse pequeno espaço construído a que chamarei meu mundo e que meus …
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EdivalLourenço > revistabula
“O cérebro é uma arquitetura de puxadinho. Quando os psicólogos buscam compreender o comportamento humano a partir das pesquisar dos zoólogos, estão apenas buscando em nós mesmos as nossas reações mais remotas, em nossos cérebros ancestrais. Temos embalados na mesma cachola o cérebro do tubarão, do sapo, do galo, do jumento e por fim o nosso, que segundo os neurologistas, ainda tem muito espaço para ser utilizado. Os cômodos estão lá, mas sem a devida ocupação. Ou seja, ainda temos muita folga para o crescimento como espécie, se …
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Aos sete anos, projetava que minha vida estaria resolvida aos 37. Administraria somente a felicidade. Dei o prazo de três décadas para não me preocupar…
Recordo a atmosfera do que imaginava. A sensação de alívio do futuro. A felicidade seria estável e permanente. Era uma fórmula que deveria encontrar e adotá-la no restante dos dias…
Não enxergava o estado provisório e fugaz do sentimento, um clarão que nos ajuda a suportar depois o escuro. Hoje entendo que a felicidade é rara, relampeia, olhamos onde estão nossas coisas e seguimos tateando com mais …
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os 7 níveis da consciência
1 – Nafs ammara (O Eu que induz ao mal)
A maior parte da humanidade está neste nível. Desconectada do resto do mundo, onde busca apenas a satisfação de seus desejos. Nos níveis mais elevados de Nafs ammara o mal está na mentira (tanto pra satisfazer ao ego, como pra levar vantagens), na fraude, na sonegação do imposto de renda, enfim, nesses “pequenos” defeitos que são justificados por nossa mente. Nos níveis mais baixos encontramos os assassinos, estupradores, assaltantes, etc.
Para sair desta roda de sofrimento, você precisa …
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talvez em janeiro
eu ganhe muito dinheiro
e em fevereiro
já tenha gasto ele inteiro.
talvez em março
eu roube um barco
e aporte em abril
na puta que o pariu.
talvez em maio
eu saia de soslaio
e traga em junho
uma arma em punho.
talvez em julho
eu te jure de morte
e em agosto
fique ao gosto da sorte.
talvez em setembro
eu diga que nem me lembro
e em outubro
te redescubro.
talvez em novembro
peça eu ao tempo
que ressuscite
o nosso eterno dezembro.
talvez em janeiro,
seja dezembro o ano inteiro…
marcoscaiado | http://www.marcoscaiado.blogger.com.br/
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“Os homens não amam aquilo que cuidam que amam. Por quê? Ou porque o que amam não é o que cuidam; ou porque amam o que verdadeiramente não há. Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima e não vidros; quem ama defeitos, cuidando que são perfeições, perfeições ama e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza, e amais vidros de fragilidade; cuidais que amais perfeições angélicas, e amais imperfeições humanas. Logo, os homens não amam o que cuidam que amam. Donde também se segue que amam …
