construtor
1 June 2010
4 Comments
Construtor
Fiz meu mundo pequeno
Para poder andar sempre descalço.
E fui ficando íntimo de cada passo
Largo, curto o roçar na Terra
Mãe, casa e vida,
A maior mulher do mundo.
—
Observo a árvore com os olhos do amante
Deitado sob a sombra de sua copa,
Admirando a beleza deslumbrante
De suas formas delicadas e ríspidas, mas
Sempre encantadoras, suas folhas
Que suavemente levitam em minha direção
E me abençoam na cadência de sua dança
Ao vento que nos acompanha, alegria.
Na cabeça lhe faço sinfonia,
Todos os sentidos curados nesse deleite
Em que rimos e amamos sem parar, pois
Juntos, somos mais que unidades somadas,
Somos vida latente que vibra,
Somos o instante transformado em poesia.
-
-
renato prado









lindíssimo!
ei, gostei
bunito
poesia é o dito do não dito!
eita, que bonito!
((( lindo )))
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goiastexas
um misto de inconformidade com a jequice e um pouco de admiração pelas qualidades do isolamento