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	<title>Comments on: Ensaio Texano</title>
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		<title>By: ((( goiastexas ))) &#187; Blog Archive &#187; goiastexas &#8230;!&#8230;ensaio texano</title>
		<link>http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/comment-page-1/#comment-2394</link>
		<dc:creator>((( goiastexas ))) &#187; Blog Archive &#187; goiastexas &#8230;!&#8230;ensaio texano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 20:44:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] leia o texto na íntegra : http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/ [...]</description>
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		<title>By: Wladimir Machado</title>
		<link>http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/comment-page-1/#comment-2193</link>
		<dc:creator>Wladimir Machado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:18:50 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do texto e do blog. Há um tempo atrás comprei num sebo (de Goiânia, não Austin, rs), um livro do Baudrillard chamado America, no qual ele relata suas viagens pelos EUA. Em certo ponto ele fala do deserto como um personagem e diz: &quot;Aqui em Death Valley, nem mesmo falta a sinopse cinematográfica. Pois toda essa geologia misteriosa é também um roteiro. O deserto americano é uma dramaturgia extraordinária, nada teatral, como os lugares alpestres, nem sentimental, como a floresta ou a campanha. Nem erodido e monótono como o deserto australiano, sublunar. Nem místico, como os desertos do Islã. É geologicamente dramático, pura e simplesmente, associando as formas mais agudas e mais dúcteis às formas submarinas mais suaves e lascivas - todo o metamorfismo da crosta terrestre aí está numa síntese, numa sinopse milagrosa. Toda a inteligência da Terra e de seus elementos aqui reunidos, num espetáculo sem igual: superprodução geológica. O cinema não é o único a ter-nos dado uma visão cinematográfica do deserto, a própria natureza conseguiu aqui, muito antes dos homens, produzir o seu mais belo efeito especial.&quot; E ele continua, explorando a relação entre deserto-cinema... Enfim, fiquei morrendo de vontade de conhecer, rs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto e do blog. Há um tempo atrás comprei num sebo (de Goiânia, não Austin, rs), um livro do Baudrillard chamado America, no qual ele relata suas viagens pelos EUA. Em certo ponto ele fala do deserto como um personagem e diz: &#8220;Aqui em Death Valley, nem mesmo falta a sinopse cinematográfica. Pois toda essa geologia misteriosa é também um roteiro. O deserto americano é uma dramaturgia extraordinária, nada teatral, como os lugares alpestres, nem sentimental, como a floresta ou a campanha. Nem erodido e monótono como o deserto australiano, sublunar. Nem místico, como os desertos do Islã. É geologicamente dramático, pura e simplesmente, associando as formas mais agudas e mais dúcteis às formas submarinas mais suaves e lascivas &#8211; todo o metamorfismo da crosta terrestre aí está numa síntese, numa sinopse milagrosa. Toda a inteligência da Terra e de seus elementos aqui reunidos, num espetáculo sem igual: superprodução geológica. O cinema não é o único a ter-nos dado uma visão cinematográfica do deserto, a própria natureza conseguiu aqui, muito antes dos homens, produzir o seu mais belo efeito especial.&#8221; E ele continua, explorando a relação entre deserto-cinema&#8230; Enfim, fiquei morrendo de vontade de conhecer, rs.</p>
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		<title>By: ((( goiastexas ))) &#187; Blog Archive &#187; linha 102</title>
		<link>http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/comment-page-1/#comment-1639</link>
		<dc:creator>((( goiastexas ))) &#187; Blog Archive &#187; linha 102</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:38:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a geladeira e foi sentar na cozinha com os pés sobre a mesa)  posicionando-se sobre o porque que o Texas é aqui no Goiás (e em tantos outros [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a geladeira e foi sentar na cozinha com os pés sobre a mesa)  posicionando-se sobre o porque que o Texas é aqui no Goiás (e em tantos outros [...]</p>
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		<title>By: px silveira</title>
		<link>http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/comment-page-1/#comment-1631</link>
		<dc:creator>px silveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:45:37 +0000</pubDate>
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		<description>é isso sim, linda marcela, com o des-agravante que &quot;o haiti é aqui&quot; e não se pode esquecer. sem querer tocar no fato de que a goiânia-country felizmente não emplacou (ainda!), me dói saber porque orson wells deu as costas para o &quot;seu&quot; texas e preferiu vir filmar a desolação humana nas dunas do ceará. é que, desde muito antes, humberto mauro já declarara que &quot;cinema é cachoeira&quot;, numa alusão de que só conseguiu viver da profissão porque era contratado para filmá-las. algo assim como a &quot;bienal do incomum&quot;, realizada em goiânia capital da arte e que surpreendeu até o júri vindo para cá da bienal de veneza, para se afogar na mente dos artistas burocratas e terminar em sua primeira edição. e agora lanço em março a &quot;bienal internacional do pano de prato&quot;, que vai servir para os artistas das artes visuais e do áudiovisual se atualizarem com o &quot;texas&quot; ou com o &quot;country&quot;, que escolham, nós, os inegáveis centroianos e cerratenses. 
forte abraço, px silveira!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é isso sim, linda marcela, com o des-agravante que &#8220;o haiti é aqui&#8221; e não se pode esquecer. sem querer tocar no fato de que a goiânia-country felizmente não emplacou (ainda!), me dói saber porque orson wells deu as costas para o &#8220;seu&#8221; texas e preferiu vir filmar a desolação humana nas dunas do ceará. é que, desde muito antes, humberto mauro já declarara que &#8220;cinema é cachoeira&#8221;, numa alusão de que só conseguiu viver da profissão porque era contratado para filmá-las. algo assim como a &#8220;bienal do incomum&#8221;, realizada em goiânia capital da arte e que surpreendeu até o júri vindo para cá da bienal de veneza, para se afogar na mente dos artistas burocratas e terminar em sua primeira edição. e agora lanço em março a &#8220;bienal internacional do pano de prato&#8221;, que vai servir para os artistas das artes visuais e do áudiovisual se atualizarem com o &#8220;texas&#8221; ou com o &#8220;country&#8221;, que escolham, nós, os inegáveis centroianos e cerratenses.<br />
forte abraço, px silveira!</p>
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		<title>By: Renato Prado</title>
		<link>http://goiastexas.com.br/ensaio-texano/comment-page-1/#comment-1630</link>
		<dc:creator>Renato Prado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 13:07:16 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Sertão. O senhor sabe: sertão é onde manda quem é forte, com as astúcia. Deus mesmo, quando vier, que venha armado!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sertão. O senhor sabe: sertão é onde manda quem é forte, com as astúcia. Deus mesmo, quando vier, que venha armado!&#8221;</p>
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